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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

não deixe que um psicobobo corte seu barato


domingo, 22 de dezembro de 2013

bruna e lola,drogada e prostituida


sábado, 21 de dezembro de 2013

quando o fetiche por colegiais extrapola os limites e desce p/ o playground



Ljana Carrion cantando música em recital.

Para os fãs da querida Ljana,que já estavam com saudade, eis aí um filminho com ela:



O vídeo é uma apresentação de Ljana,desde o momento em que ela chega até a passagem e por fim cantando ( e arrasando).

O blog do fanzine maldito



Recebi em meu email um link para um blogspot de um cara completamente anônimo do qual diz ter feito muitos fanzines,porém agora está se adaptando aos meios da internet e mantendo seu fanzine online.

Após ser convidado para re-ilustrar as idéias dele,fui e colaborei com o projeto dele,quem se interessar em ver esse fanzine maldito, que sabe-se lá até quando vão manter no ar o link,basta acessar:


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Entrevista com Lane ABC - A atriz de "Vadias do Sexo Sangrento"





De todas as scream queens que busquei contatar, Lane ABC foi uma das mais difíceis, pouco são as informações sobre seu trabalho de atriz, na internet, participou de “Vadias do Sexo Sangrento” de Petter Baiestorf e contracenou com Ljana Carrion, fazendo casal, voltou atuar no filme “Ninguém de morrer” também da Canibal Filmes e seu último paradeiro em fitas undergrounds foi no curta de Rubens Mello “A história de Lia” vencedor do prêmio de "melhor direção no 5° Cinefantasy 2010" e "melhor direção no Espantomania 2010". 


Depois da primeira vez que contatei com Lane, voltei a falar com ela e fizemos essa entrevista do qual ela foi muito simpática ao ceder. 


Lane, a primeira pergunta e um tanto quanto óbvia imagino é; por que do ABC?
Porque sempre morei no ABC ( Grande São Paulo). E a maior parte das amizades é em São Paulo capital. Tudo começou na rua Augusta, quando colava com o pessoal, todos diziam “ E aí ABC cola na grade” rsrsrs, daí o nome, Lane ABC.

Como você chegou á se envolver com essas produções underground? Você gostou de ter feito os filmes?
Começou aqui em São Paulo, onde recebi o convite para uma atuação em um curta, chamava-se Arrebentando o Underground, porém este não deu em nada... Eu acho. Depois disto conversando com um amigo no Rio, Zé Colméia, fanzineiro e muito querido, perguntou se havia curtido fazer as paradas, com isto ele falou do Petter e sobre os filmes, que na época estava a calhar o Vadias. Neste período Petter e eu começamos a nos contatar e surgiu o convite do mesmo.
Eu sempre gosto de aproveitar a oportunidade independente do que possa causar, mas trabalhar com o alternativo é muito liberto e sinto-me muito satisfeita. Claro que tive alguns problemas com nudez, pessoas repudiando e achando bizarro. Mas diz, qual o problema de fazer o que quer e ter vontade, ir lá e por em prática, é lindo ser livre e feliz! 

Teve alguma cena que você se arrependeu?
Não, absolutamente nada.

Nudez que ainda é tratado como um tabu para você não é problema, certo? Fale mais.
Para começar, todos temos um corpo, seja homem seja mulher, com algumas diferenças porém temos praticamente as mesmas coisas, para que ficar guardando se podemos mostrar o que somos. Mostramos o nosso caráter, opinamos em uma idéia, gostamos de expor algo belo que fazemos. Então?? Qual é a questão de mostrar o nosso corpo? Não há perfeição para uns, mas há perfeição para outros e digo mais, o que é belo? Ou só porque talvez não se sinta capaz para a admiração, mas porra, é você! Liberte-se!



Em “Vadias do sexo sangrento”, você contracenou com Ljana Carrion, foi bom para você?
Ué? E porque não seria? Pessoa maravilhosa, trabalha muito bem e além de tudo, engraçadíssima.

No filme “Ninguém deve morrer” que é uma homenagem aos filmes de velho-oeste com chanchada parecia tudo ser uma imensa “bagunça”, como foi gravar?
Exatamente como pareceu hehehehe, não pelo próprio termo, mas lembro-me que o tempo foi curtíssimo e aproveitamos cada segundo para trabalhar. É muito bom trabalhar com a Canibal, pois além de dar duro, você faz amizades inesquecíveis e a diversão faz parte da execução.

Fale mais do seu trabalho em “A História de Lia”, sobre o que é e o que você faz no curta?
A História de Lia vem de um projeto do Rubens Mello, onde se trata da mente humana e do que ela é capaz. Muitas vezes não nos conscientizamos disto e vou além, duvidamos do que somos capazes.
 A Nil faz parte do núcleo de drogados e é a namorada da Lia, na minha concepção, ela mais atrapalha do que ajuda, uma perversa safada que adora se drogar e pegar todo mundo.



Como o diretor de “A História de Lia” chegou até você? Ele já te conhecia ou foi através dos filmes da Canibal?
Conheci o Rubens na estréia do Vadias, aqui em São Paulo. Estava participando de uma brincadeira no evento e me recordo ele sorrindo pra mim e dizendo que queria bater um papo comigo depois. Hoje somos muito amigos.

Além dos filmes, quais são seus outros projetos? O que você faz?
Hoje faço intervenções artísticas, com o prol de conscientização de espaço e melhorias urbanísticas.
Tenho um projeto com o Ricardo Luiz aqui de São Paulo também, com fotografias de nu.
Trabalho com o que estudo hoje, faço arquitetura ou ai que tortura se preferir... heheheheh

Tem vontade em voltar á gravar filmes underground?
Sim, filmes underground sempre será meu xodó.

Gostaria de deixar algum recado para os leitores?
Todos libertos, como se deve viver e como bem entender.

Lane ABC.

 

a pseudo feminista sara winterland que nao sabe o que esta fazendo se perde


meu bitcoins valem mais na deepweb que seu dotz no paulistão



sebastião salgado e a pergunta de um milhao do jo suado


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

o pai que vive antenado no whatsapp e surfa na web profunda é o melhor pai conselheiro


[Atualizado] Ronnie Biggs o ladrão do “trem pagador” e sua conexão com o punk rock




           Você provavelmente já deve ter visto em algum site de noticias, em um jornal ou de alguma maneira ficou sabendo que Ronnie Biggs, o ladrão do comboio inglês morreu nesta quarta feira, aos 84 anos.
            Mas o que você talvez não saiba, é de que o mesmo tem uma forte conexão com o punk rock, e não estou falando de que ele “curtia um punk”, mas de que ele se envolveu e isso em meados dos anos 70.

            Ronnie Biggs se exilou no Brasil por um período, nesse meio tempo os Sex Pistols que estavam se desintegrando (com Johnny fora da banda e Sid internado em situações graves) Paul Cook e Steve Jones tentaram tocar o barco, gravando alguns sons e finalizando cenas do filme “The Great Rock’n Roll Swindle” vindo para o Brasil, mais especificamente no Rio de Janeiro e encontrar Ronnie.
            Estamos falando de por volta dos anos 1977 ou 1978, então que juntos trouxeram Julien Temple para filmar e varias camisetas dos Pistols do quais distribuíram entre si. Na época Never Mind The Bollocks já havia estourado e era vendido o LP nas lojas do Brasil. A revista POP chegou á fazer uma entrevista com Paul e Steve, revelando que eles não eram “Tão punks sujos” quanto demonstravam ou comparado á Sid e Johnny.
             
           Enfim, eles gravaram cenas com Ronnie e um ex-comandante nazista, completamente louco, e gravaram dois sons, que entraram para o disco da trilha sonora do filme; “No one is innocent” de Ronnie Biggs e “Einmal Belsen War Wirflich Bortreflich (Belsen Vosa Gassa)” que é uma versão da clássica Belsen Was a Gas, composta por Sid e eternizada na voz de Johnny Rotten durante o último show dos Pistols no Winterland de 78.
            Após as gravações com Ronnie (que se enturmou muito bem e aceitou as brincadeiras durante as gravações) retornaram e lançaram o filme. Malcom McLaren, oportunista de primeira, pegou e já preparou uma estampa de camiseta eternizando Ronnie na cena punk com uma camiseta com sua cara e a frase “Cosh the driver” que a tradução seria algo como “Desce a bordoada no condutor”, frase que provavelmente teria dito durante o roubo.
            E foi assim que os Pistols se juntaram ao inimigo número 01 da Inglaterra e fizeram dinheiro do caos. 


[Atualizado]                   E o capitulo punk rock da vida de Ronnie continuou, o meu amigo Fabiano do fanzine 100% Putaria me passou isso; " O filho de Biggs com Raimunda de Castro, Michael Biggs, também acabaria seguindo carreira musical, se tornando membro do grupo infantil Turma do Balão Mágico e trazendo uma nova fonte de renda para seu pai. Pouco depois, no entanto, o grupo terminou, deixando pai e filho novamente em delicada situação financeira.
Biggs voltou aos estúdios em 1991, desta vez para gravar vocais na faixa "Carnival In Rio (Punk Was)", da banda alemã Die Toten Hosen." - Fonte ; Wikipedia


Então segue abaixo o vídeo: 


Camisetas do Sid Vicious e Breaking Bad

Olá amigos,estou aqui postando duas estampas feitas por mim que estão na votação do site Camiseteria e conto com seu voto para ajudar a aprovação e que ela comece á ser vendida.

Esta primeira estampa é referente ao video "My Way" que Sid Vicious protagoniza e ao final começa atirar na platéia, para votar entre no link: http://www.camiseteria.com/design.aspx?did=64793 e dê sua nota.

A segunda estampa é um trocadalho do caríola com a série "Breaking Bad" e com algumas referências da série em si,para votar entre no link: http://www.camiseteria.com/design.aspx?did=64829 e dê sua nota

É isso aí! Agora é esperar.

Splatman - A primeira paródia pornô do Batman


            Se você pensa quem as paródias pornôs baseado em personagens de quadrinhos são coisa nova, você está por fora, muito tempo atrás,quando havia quase uma máfia do VHS erótico,algumas produtoras investia um orçamento barato para produzir pérolas como essa; Splatman.

            O filme foi lançando em 1992 e trata-se de uma paródia pornográfica do título lançado no mesmo ano “Batman O Retorno” de Tim Burtoon. Apesar de várias fitas terem sido lançadas (como Edward Mãos de Pênis, que parodiava o Edward Mãos de Tesoura) essa fita em especial sofreu forte censura e houve um “caça as bruxas” desse filme. Ter o VHS em sua coleção é raridade, porém graças à internet (e aos seus 70% de pornografia) é muito mais fácil você ter acesso á esse conteúdo.
            A primeira vez que soube dessa pérola, foi através de um fanzine sobre o próprio filme “Batman O Retorno” do qual era editado por um amigo meu (Abraço Batmania O Retorno e toda turma) que falava especificamente desse material.
            Após procurar pela internet (e ter encontrado somente pelo eMule) confirmei o quão baixo orçamento, vagabundo, detestável e cômico era o filme. O tipo de pornô do qual não se bate uma, mas dá altas risadas.
            Splatman (esse é o nosso herói que representa o Batman) tem que salvar garotas indefesas do terrível Pornguin (esse é o vilão referente ao Pinguim) e que por sua vez temos a vilã; Scatwoman (não se preocupe, não temos nenhuma referência de scat nesse filme).
            Quem não ficou de fora dessa também, foi o mordomo, que dessa vez é a mordomo “Alfrida”, que proporciona um belo de um ménage ao Splatman, juntamente com a Scatwoman.
            Apesar de seu teor pornográfico o filme tentar manter uma critica, uma vez que Pornguin também é um prefeito corrupto e abusa do poder que lhe é concedido (quase igual à vida real, tirando o fato de que no filme é de mentirinha).
            O logotipo desse Splatman é tão semelhante quanto os primeiros logo da Bukkake Filmes e para bom entendedor meia palavra basta o significado dessa porra!
            Se você aprecia filmes trash e que possa vir render bons risos e boas pupunhas, vá em frente e assista Splatman.
 

o seu filho faz o que todo dezainer e artista fazem; usa crack


a anakoth aparece na tv pq você tem preguiça de baixar pornô e liga no multishow


breaking bad e seus trocadilhos infames no brasil



 
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